Durante a Primeira Guerra Mundial, médicos alemães e britânicos passaram a utilizar o ozônio no tratamento de ferimentos em soldados. Devido às suas propriedades antissépticas e cicatrizantes, o gás contribuía para reduzir infecções, acelerar a regeneração dos tecidos e, em muitos casos, evitar amputações. Também era empregado na esterilização de instrumentos cirúrgicos, diminuindo significativamente o risco de contaminação.
Hoje, a ozonioterapia é considerada uma prática complementar que pode auxiliar no manejo de diversas condições de saúde. Entre as principais indicações, destacam-se doenças circulatórias e cardiovasculares, como a aterosclerose, angina e hipertensão; doenças inflamatórias crônicas, como artrite e colite; distúrbios do sistema imunológico, incluindo HIV e lúpus; além de problemas respiratórios, como asma, bronquite e sinusite.
Também pode ser utilizada como apoio em casos de dores de cabeça e enxaquecas, lesões musculares e esportivas, feridas de difícil cicatrização, queimaduras, distúrbios do sono e doenças neurológicas, como neuropatias e esclerose múltipla. Na área ginecológica, aparece como opção complementar em quadros como infertilidade e cistos ovarianos. Já na dermatologia, pode contribuir no tratamento de acne e infecções fúngicas. Em alguns contextos, também é empregada como terapia complementar em pacientes com câncer, sempre associada aos tratamentos convencionais.
Efeitos da ozonioterapia no corpo humano
A ozonioterapia atua principalmente por meio de mecanismos biológicos que envolvem:
- Ação antimicrobiana: o ozônio pode inativar bactérias, vírus e fungos.
- Melhora da oxigenação: favorece a liberação de oxigênio nos tecidos, podendo melhorar a circulação.
- Modulação do sistema imunológico: pode estimular ou regular respostas imunes, dependendo da dose.
- Ação anti-inflamatória: contribui para reduzir processos inflamatórios crônicos.
- Estímulo à cicatrização: acelera a regeneração de tecidos lesionados.
- Efeito antioxidante indireto: ativa sistemas enzimáticos de defesa contra radicais livres.
Vias de aplicação
A administração do ozônio pode ocorrer por diferentes vias, dependendo da indicação clínica:
- Tópica: aplicação direta sobre a pele, geralmente em forma de gás ou óleo ozonizado, usada em feridas e lesões dermatológicas.
- Insuflação retal ou vaginal: método comum para efeitos sistêmicos, com absorção pela mucosa.
- Auto-hemoterapia: o sangue do paciente é coletado, misturado com ozônio e reinfundido.
- Injeções locais: aplicadas em músculos, articulações ou regiões dolorosas.
- Óleos e água ozonizada: utilizados para uso oral ou tópico, dependendo da formulação.
Reconhecimento e uso no mundo

Em países como Alemanha, Áustria e Suíça, a ozonioterapia possui tradição consolidada e, em alguns casos, integração aos sistemas de saúde. Na Alemanha, por exemplo, é utilizada desde o século XX e já foi incorporada a seguros de saúde.
Em Cuba, a prática foi oficialmente integrada ao sistema público em 2010, sendo aplicada em diversas condições clínicas e objeto de pesquisa científica contínua.
No Brasil, o Ministério da Saúde incluiu a ozonioterapia em 2018 como uma das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Sua aplicação, no entanto, depende das normas específicas de cada conselho profissional, como medicina, odontologia, enfermagem e fisioterapia.
Organizações e pesquisa
No cenário internacional, destacam-se entidades dedicadas ao estudo da ozonioterapia, como a International Ozone Association e a Sociedade Médica Alemã para a Ozonioterapia, que reúnem especialistas e promovem pesquisas na área.
Apesar do uso crescente, é importante destacar que a ozonioterapia deve ser considerada complementar e aplicada com critério, baseada em evidências científicas e sempre com acompanhamento profissional adequado.
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