Mesmo não proporcionando a cura, o estudo e o tratamento da esclerose múltipla está em estágio bastante avançado no mundo, resolvendo problemas importantes para a qualidade de vida das pessoas afetadas.
Nesse âmbito, o uso do ozônio medicinal pode desempenhar um papel importante, como um complemento do tratamento tradicional, otimizando resultados e tornando o tratamento mais rápido e mais acessível.
Nesse artigo, vamos falar das causas, sintomas e tratamento da esclerose múltipla e o papel da ozonioterapia contra os males dessa patologia.
Ozonioterapia no Tratamento da Esclerose Múltipla
O tratamento da doença pode ser complexo, dispendioso e marcado por diversos efeitos colaterais. No entanto, novas possibilidades se abrem com o uso complementar da ozonioterapia.
Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla, mais de 35 mil pessoas são afetadas por essa doença no Brasil, o que torna as terapias complementares ainda mais importantes.
O que é a Esclerose Múltipla
A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica degenerativa ou patologia autoimune inflamatória crônica e progressiva do sistema nervoso central (SNC), que se caracteriza pela deficiência ou perda completa de impulsos nervosos, com causas ainda não totalmente compreendidas.
Como é uma doença autoimune, as células de defesa do nosso corpo atacam o nosso próprio sistema nervoso, como se ele não pertencesse ao nosso organismo, confundindo as células saudáveis da bainha protetora dos nervos como “células invasoras” e originando lesões na medula e no cérebro.
Estudos recentes demonstraram que o ozônio medicinal pode ter muita utilidade no tratamento de doenças neurológicas degenerativas e distúrbios neurológicos e inflamatórios.
Segundo os estudos e relatórios de pesquisa, o ozonioterapia pode aumentar a impregnação de oxigênio no sangue, a oxigenação dos tecidos e a regeneração das função das células, elevando significativamente o metabolismo do oxigênio.
Veja também: Regeneração dos tecidos com ozônio: saiba como funciona
Por que a ozonioterapia é indicada para esclerose múltipla
Como referimos mais acima, os tratamentos convencionais podem se tornar muito caros para os pacientes, pois devem ser realizados com recorrência para impedir a volta dos sintomas. Além do mais, esses tratamentos fazem com que os pacientes sofram com uma série de efeitos colaterais.
Para sanar esse problema, a ozonioterapia tem sido utilizada como terapia complementar, fazendo com que o processo de recuperação seja feito com maior celeridade e menor uso de medicamentos.
Entre os principais benefícios no tratamento contra a doença, o ozônio medicinal pode:
- Melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes
- Reduzir os efeitos colaterais provocados pela medicação tradicional
- Combater a depressão e o estresse, que são característicos da esclerose múltipla
- Eliminar as dores
- Recuperar a capacidade motora
- Prevenir o avanço da doença
- Diminuir os custos do tratamento
Como o ozônio age contra a esclerose múltipla
Um estudo recente avaliou o uso do ozônio medicinal – que é uma mistura de ozônio com oxigênio – por meio da auto-hemoterapia ozonizada.
No estudo, 54 pacientes foram divididos em 2 grupos e aquele que recebeu ozônio apresentou um aumento na concentração de hemoglobina, que é a responsável pelo transporte do oxigênio no sangue.
Além do mais, o estudo reforçou os conhecimentos sobre uma das propriedades do ozônio reconhecidas há mais de 100 anos, que é a redução do estresse oxidativo crônico, gerador dos famigerados radicais livres, e que traz muitos danos aos pacientes que sofrem com essa doença.
Para saber mais sobre como a ozonioterapia é eficaz contra essa e mais outras 200 doenças em Porto Alegre, procure a enfermeira Miriam Dani através do whatsapp (51) 99981-3506.
Veja também: Ozonioterapia para tratar úlceras dos pacientes com insuficiência venosa crônica
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